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Preservar reputação de uma empresa passa por usar dados com inteligência

17/12/2018

Preservar reputação de uma empresa passa por usar dados com inteligência

Dispor de um máximo de informação sobre o sentimento do usuário é um recurso indispensável para empresas que buscam melhorar performance e zelar pela boa imagem. A tecnologia é estratégica nessa frente. O recurso do Business Intelligence permite cruzar informações e apontar insigths. É um valioso aliado da comunicação.  

O primeiro ato responsável de qualquer agência de PR quando inicia um trabalho no cliente é fazer um trabalho de imersão. Um mergulho que não pode se limitar a ouvir do contratante aquilo que ele entende ser a real necessidade de comunicação da sua companhia. Tão importante quanto é cruzar informações que circulam na empresa com o apoio de BI – Business Intelligence.

Como costumamos dizer aqui na G&A, mais do que meio caminho andado para o êxito de uma estratégia de comunicação é quando se monitora o sentimento do usuário do cliente com dados. Isso pode ser feito em diferentes frentes. Ferramentas como CRM, pesquisa de satisfação, monitoramento em redes sociais, SAC, gestão operacional dos trabalhos, BI, inteligência artificial contribuem para se fazer uma radiografia fiel de como está posicionada uma companhia no mercado.

Com a tabulação dos dados coletados dentro da empresa, transformados em insights por especialista com uso de tecnologias, aí sim a agência de PR terá um check-afetivo do consumidor e poderá desenvolver diagnósticos certeiros de como trabalhar a comunicação de maneira efetiva alinhada ao objetivo do negócio.

Em artigo publicado no site da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), Fabiane Klafke, diretora de Inteligência da Otmifica, parceira da G&A, ressalta que a tecnologia possibilita que se tenha acesso aos dados em maior volume, da forma mais rápida e organizada.

“Isso é o que está trazendo mais valor ao trabalho de relações públicas: podermos mensurar o resultado de ações de comunicação e monitorar em tempo real o impacto delas tanto para os negócios quanto para construir reputação de forma mais consistente”, afirma.

É por essas e outras que já foi o tempo que um eficiente trabalho de comunicação corporativa se restringia à produção de press-release e media training para que o cliente desse bem o seu recado na relação com a mídia. Em paralelo a essa obrigatória prestação de serviço, a agência de PR deve, desde que seja dada essa condição, fazer uma varredura de todas as informações disponíveis que possam afetar ou potencializar a reputação do cliente.

O nosso propósito na G&A é atuar junto ao cliente como parceiro de negócio, e não como um mero prestador de serviço. Para tanto, sempre buscamos o máximo de dados. Se tivermos a oportunidade de trabalhar as informações e detectar pontos sensíveis ou ativos a serem explorados com certeza teremos condições de contribuir para a melhoria de performance do cliente. A comunicação flui melhor.

Fabiane define esse movimento como uma mudança de mindset. Ou seja, no caso da agência, a obrigação de dispensar atenção para os dados de negócios e não apenas para a estratégia de comunicação. O objetivo, ressalta, é ter um melhor entendimento do que se vende – seja uma causa, um produto ou um serviço.

No mundo ideal, o que se espera hoje de uma organização empenhada em cuidar da sua reputação e maximizar seus resultados é que se harmonize ferramentas, que podem estar à mão ou não. Para não ser atropelado pelos acontecimentos, recomenda-se se valer da exatidão de um Excel para cruzar dados e apurar resultados. Em ato contínuo, reagir no ritmo de um WhatsApp para abrir novas oportunidades e deflagrar ações.

Em suma, é tocar o negócio com inteligência.

Heloisa Picos
Heloisa Picos

Vice-presidente da G&A